domingo, 30 de outubro de 2016

Você sabe o que é bisfenol A?



Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), bisfenol A (BPA) ou 2,2-bis (4-hidroxifenil) propano é uma substância utilizada na produção de policarbonato e em vernizes epóxi. Este policarbonato é um polímero com alta transparência e resistências térmica e mecânica e, devido a estas características, é usado na fabricação de mamadeiras e copos infantis, em garrafas de água mineral, embalagens, utensílios, em vernizes de revestimentos de embalagens metálicas de alimentos.
A polêmica surgiu devido a alguns estudos em 2010 da OMS que realizou uma reunião com especialistas de vários países para discutir o assunto e a conclusão do relatório destacaram alguns pontos: 
  • · Em estudos de toxicidade sobre desenvolvimento e sobre reprodução, nos quais são avaliados os desfechos convencionais, somente apresentam problemas em doses elevadas;

  • ·  Poucos estudos mostraram associação de desfechos emergentes (desenvolvimento neurológico específico ao sexo, ansiedade, mudanças pré-neoplásicas nas glândulas mamárias e próstata de ratos) com doses mais baixas de BPA.

Segundo os especialistas, a incerteza em relação à validade e relevância das informações referentes a baixas doses de BPA seria prematuro afirmar que estas avaliações são suficientes para fornecer uma estimativa realista do risco à saúde humana. Mas há uma necessidade de estudos com o intuito de reduzir as incertezas.
Como precaução, determinado pela ANVISA no dia 1º de janeiro de 2012, por meio da Resolução RDC n. 41/2011, foi proibido a venda de mamadeiras ou outros utensílios para lactentes que contenham a substância BPA. Esta decisão foi baseada em estudos que apontam possíveis riscos decorrentes da exposição ao BPA que indicam que pode ser cancerígena, causar problemas hormonais e cardíacos, além do sistema em crianças de zero a 12 meses ser considerado imaturo para eliminação da substância, atende ao princípio da precaução.

Saiba como evitar a exposição (SBEM):
  •     Use mamadeiras e utensílios de vidro ou BPA free para os bebês.
  • O bisfenol A é liberado em maiores quantidades quando o plástico é aquecido ou resfriado, portanto não esquente ou refrigere no micro-ondas alimentos e bebidas em embalagens de plástico.
  • Evite o consumo de alimentos e bebidas enlatadas devido a resina epóxi do revestimento interno das latas que contém BPA.
  • Prefira vidro, porcelana e aço inoxidável na hora de armazenar bebidas e alimentos (copos, utensílios, pratos).
  • Descarte utensílios de plástico lascados ou arranhados. Evite lavá-los com detergentes fortes ou colocá-los na máquina de lavar louças.
  • Fique atento aos símbolos de reciclagem das embalagens plásticas. Evite aquelas que tenham os números 3 e 7, estes números indicam que pode conter o BPA na sua composição.


Ciclo de Palestras - Semana Universitária 2016

      No dia 26 de outubro de 2016 foi realizado o Ciclo de Palestras na Faculdade de Saúde. Os temas tratados foram 'Nutrição e doenças cardiovasculares' com o nutricionista Luciano Trindade, 'Aspectos nutricionais de pacientes psiquiátricos' com a nutricionista Helicinia Peixoto e  'A visão funcional das doenças, da infância a fase adulta' com a nutricionista Daiane Sousa, respectivamente na foto a seguir.


     O CASA agradece a presença dos nutricionistas palestrantes pela manhã de compartilhamento e discussão de conhecimentos. Temos certeza que o trabalho de cada um inspirou a todos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Dia Mundial da Alimentação 2016 - O clima está mudando. A alimentação e a agricultura também!




      O Dia Mundial da Alimentação é celebrado no dia 16 de outubro com objetivo de refletir sobre a fome e a alimentação mundial. Surgiu em 1979 e foi escolhida como memória da criação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) em 1945.
      O cenário atual das mudanças climáticas dificulta, cada vez mais, a alimentação, e simultaneamente com o crescimento da população mundial, os desafios tendem a se multiplicar. Segundo a FAO, a produção mundial de alimentos terá que aumentar em 60% para atender a demanda estimada em mais de 9 bilhões de pessoas em 2050. Outro fator importante a considerar é a agricultura familiar, responsável pela produção da maior parte dos alimentos consumidos, os mais afetados pela elevação da temperatura. De acordo com essa  problemática acima, em 2016, a FAO definiu como tema "O clima está mudando. A alimentação e a agricultura também".
       A cada ano uma temática é escolhida e são realizadas diversas atividades ao redor do mundo. Em 2016, a atividade proposta foi estimular a criatividade de crianças e adolescentes por meio de concurso de desenhos e vídeos e compartilha-las com outras pessoas.
      Neste dia, é possível refletir sobre a necessidade de uma produção alimentar sustentável, parcerias, problemática da fome, pobreza e desnutrição, cooperação econômica e técnica entre países em desenvolvimento, e outros. Pequenas ações poderão fazer nosso mundo melhor, sem desperdício, com qualidade de vida e consciência ambiental.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Semana Universitária 2016

Vocês votaram e agora é hora de aproveitar! Na Semana Universitária, dia 26 de outubro no auditório 1 da Faculdade de Saúde – UnB, o CASA irá oferecer um ciclo de palestras durante toda manhã para você se atualizar em alguns temas da nutrição. Abaixo está a programação:

·         08h30min: A visão funcional das doenças, da infância a fase adulta, com a nutricionista Daiane Sousa.
·         09h30min: Nutrição e doenças cardiovasculares com o nutricionista Luciano Trindade, da GENES.
·         10h45min: Aspectos nutricionais de pacientes psiquiátricos, com a nutricionista Helicinia Peixoto.

Para se inscrever nas atividades da Semana Universitária basta clicar no link a seguir: https://www.sistemas.unb.br/siex/publico/oferta_extensao_listagem.xhtml. 

  1. Faça o login no sistema,
  2. Pesquise no espaço "título da ação" : CASA 
  3. Aperte em "clique aqui"
  4. Confirme a inscrição 
E pronto!

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Nutrição: comer bem para viver melhor

         No dia 31 de agosto é comemorado o dia do Nutricionista, profissional de saúde cujo objeto de trabalho é o alimento, auxiliando a promover, proteger a saúde e prevenir doenças. Em 1939, surgiu o primeiro curso de nutrição na Universidade de São Paulo (USP), porém nos anos de 1967 e 1991 foi reconhecido como profissão com a Lei nº 5.276 e regulamentada pela Lei nº 8.234, respectivamente. Para atuar, é necessário um diploma de graduação e estar inscrito no Conselho Regional de Nutricionistas (CRN).


         Devido ao histórico, é uma profissão recente e deve-se dar a devida importância pois, segundo a Lei nº 8.234, possui como atribuição "o  planejamento, organização, direção, supervisão e avaliação de serviços de alimentação e nutrição, dos estudos dietéticos e em cursos de graduação; além de assistência dietoterápica e educação nutricional, auditoria, consultoria e assessoria em nutrição e dietética. As principais áreas são alimentação coletiva, nutrição clínica, saúde coletiva, indústria de alimentos, em esportes e marketing.
            Apesar de estar separada em áreas, a nutrição é única, reúne desde os alimentos, nutrientes, metabolismo, propriedades físico-químicas, promoção de hábitos alimentares saudáveis, desperdício, prevenção de doenças a informações errôneas passadas pela mídia.

            Lembre-se: você é o que você come, digere, absorve e elimina. Nutrição não é moda, é hábito!

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Alimentação nas festas juninas e julinas





No meses de junho e julho acontecem, no Brasil, as festas  juninas e julinas. As festas juninas são, em sua essência, multiculturais, porém foram originadas para  homenagear santos populares em Portugal: a Festa de Santo Antônio, a Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo. Sendo assim, essa manifestação cultural acaba sendo uma programação para toda a família.


Fogueira, músicas alegres,  trajes típicos, bandeirinhas e decorações são algumas das características marcantes dos festejos juninos e julinos. Mas o que, com certeza, nos chama a atenção nesse período são as comidas típicas, não é verdade?




       Nas Festas Juninas, podemos ter uma variedade enorme de comidas tentadoras. Por isso mesmo, alguns cuidados com a alimentação nestes eventos podem ajudar a evitar problemas de saúde.
Nesse contexto, é importante saber que nesta época do ano é muito comum existirem casos de infecções intestinais ou intoxicações provocadas por alimentos estragados. Então, deve-se tomar muito cuidado com a procedência desses alimentos. É preciso observar as condições de higiene e limpeza dos locais onde as refeições foram preparados e onde estão sendo distribuídas, uma vez que os ingredientes típicos dessa época do ano são, em geral, perecíveis. A pamonha e a canjica, por exemplo, devem ser consumidas no mesmo dia do preparo.
Outros produtos que merecem a nossa atenção são os churrasquinhos industrializados, queijo coalho e cachorro-quente, uma vez que são produtos conhecidos pelo risco de intoxicação alimentar. Além disso, caso for consumir condimentos como maionese e ketchup, prefira em sachês individuaisHábitos saudáveis são sempre necessários e, não seria diferente nas festas juninas. É preciso atentar-se a uma alimentação saudável, fazendo as melhores escolhas onde quer que esteja.
Os alimentos juninos geralmente são muito calóricos e dependendo da quantidade ingerida, pode fazer com que você ganhe peso. Ademais, podem fazer com que aumente a quantidade de gordura e açúcar no sangue. Afinal, pé de moleque, cuscuz, arroz doce e outros quitutes são ricos em carboidratos simples, que estão correlacionados não só com o aumento de peso, mas com agravos de saúde, como diabetes mellitus tipo 2.
Quer dizer que não podemos saborear as delícias das festas juninas? Claro que não, mas tenha em mente: o equilíbrio é a melhor resposta para uma vida saudável. Caso tenha exagerado durante a festa, faça um controle maior nas refeições seguintes. Além disso é aconselhável a nunca ir nessas festas de estômago vazio, faça um lanche leve antes de sair de casa, assim vai comer menos e mais devagar também
            Ainda no contexto de escolhas saudáveis, é preciso saber que alguns alimentos juninos também são repletos de nutrientes. O amendoim, por exemplo, é um alimento nutritivo, pois contém vitamina E, que também é um composto antioxidante e sua gordura é muito importante para nós. É através dessa gordura que as vitaminas A, D, E, K são absorvidas. O amendoim é também rico em proteínas e em gorduras monoinsaturadas, que ajudam a reduzir colesterol LDL.



Além disso, podemos citar o vinho, que em pequenas quantidades pode auxiliar no combate ao estresse oxidativo, uma vez que possui flavonoides em sua composição. Pode também ajudar na regulação do colesterol HDL, o chamado bom colesterol, devido a uma substância conhecida como resveratrol.
Existe também um quitute bastante conhecido nos festejos juninos e julinos: o milho. Possui pró-vitamina A, C, folato, potássio, ferro e fibras.
Logo, aproveite os benefícios dos alimentos típicos das festas juninas e acentue nossa cultura, mas não deixe sua saúde de lado, pois essas festas ocorrem uma vez por ano, sua saúde te acompanha todos os dias. Aproveitem e boas festas!

domingo, 1 de maio de 2016

Dia mundial da Saúde e Diabetes.





        No último dia 07 de abril, foi comemorado o Dia mundial da saúde. Essa data foi criada com o objetivo de conscientização da população em relação aos vários aspectos que envolvem a saúde. Todos os anos, diferentes tipos de campanhas são realizadas com temas diretamente ligados à saúde, os quais a Organização Mundial da Saúde ache importante focar na agenda. Os assuntos debatidos durante o Dia Mundial da Saúde são levados em consideração durante o ano inteiro, por meio de diferentes atividades promovidas pelas organizações ligadas a instituição. 

        No ano de 2016, o tema é: Diabetes. Em Brasília, a Organização Pan-Americana de saúde, juntamente com a OMS (OPAS/OMS) organizaram um evento, em que houve a apresentação do primeiro relatório global sobre a doença. Na ocasião, alguns dados importantes foram mostrados e assim, o alerta sobre a gravidade da doença pode ser visto. 

        É possível ter acesso ao relatório (na versão inglês) clicando aqui. Mas caso não saiba inglês, o CASA esteve no evento e trará algumas informações pra vocês.

        Primeiro, é preciso entender um pouco sobre a doença. Existem três tipos de diabetes, o tipo 1, o tipo 2 e o diabetes gestacional. Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca errôneamente as células beta do pâncreas, essas células são responsáveis pela liberação de insulina, um hormônio regulador da glicose sanguínea. Então, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo, fazendo com que a glicose permaneça no sangue. Essa característica é vista na diabetes tipo 1. O tratamento para essa variedade se faz com insulina, algumas classes de medicamentos, mudança alimentar e atividade física. 

        A Diabetes tipo 2, por sua vez, ocorre quando o organismo produz a insulina, porém não consegue usá-la adequadamente, ou então não a produz em quantidades suficientes para que ela cumpra o seu papel de controle da glicemia. Essa variedade atinge cerca de 90% dos portadores de diabetes e, dependendo da gravidade, sérios riscos a saúde são vistos, como: doença cardíaca e enfarte, lesões renais, oculares e neurológicas, problemas nos pés, doenças odontológicas e disfunção sexual. 

        Já a diabetes gestacional se dá devido a mudanças hormonais que ocorrem no organismo da mulher, reduzindo a eficácia da insulina. Assim, o pâncreas aumenta a produção de insulina para compensar este quadro. 

        Diante dessas informações, a publicação da OMS alerta sobre o avanço dessa doença. De acordo com a publicação, uma em cada doze pessoas – 62 milhões – vive com diabetes nas Américas. Os dados são tão alarmantes, que se estima que, em 2040 cerca de 110 milhões de pessoas terão diabetes, caso nenhuma atitude seja tomada. 

        No contexto global, o número de portadores dessa doença quadriplicou desde o ano de 1980, alcançando um total de 422 milhões de pessoas (em 2014), especialmente em países em desenvolvimento. É muita gente, não é mesmo?

        O relatório sugere que o aumento da diabetes pode ser minimizado por meio de uma combinação de políticas fiscais, legislações, mudanças no meio ambiente e conscientização das pessoas para a necessidade de modificar os fatores de risco para a doença.

        Na ocasião, Joaquim Molina, representante da OPAS/OMS no Brasil, afirmou: “A OPAS/OMS pede aos governos e Estados dos países que garantam o acesso a medicamentos e tecnologias essenciais para a diabetes, mesmo que ainda inadequado em países de renda média e baixa, onde muitas das pessoas com diabetes vivem. No caso do Brasil, essa garantia de acesso ao atendimento da saúde é explícita através do SUS para todos seus cidadãos, e está funcionando”

        Na data do evento, o Ministério da Saúde brasileiro apresentou dados retirados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2015, que mostra alguns dados relacionados a alimentação. O Vigitel monitora fatores de risco para doenças crônicas, atualmente responsáveis por 72% dos óbitos no país. Foram entrevistados por telefone 54 mil adultos (18 anos ou mais) que vivem nas capitais brasileiras.

        De acordo com a pesquisa, um em cada cinco brasileiros consome doces em excesso, cinco vezes ou mais na semana. Os jovens comandam esse hábito, com 28,5% da população de 18 a 24 anos que possui alimentação com excesso de açúcar. Nessa faixa etária, 30% também costumam beber refrigerantes diariamente.

        A luta contra a doença é necessária e a Nutrição tem um papel fundamental para evitarmos o seu avanço. Não nos devemos esquecer que a alimentação equilibrada e segura microbiologicamente deve ser um fator essencial em nossas vidas, e que nossa qualidade de vida deve ser colocada como prioridade. É preciso entender que a saúde é um bem valioso que devemos cuidar, para que os dados apresentados nesse evento se revertam nos próximos anos. O CASA espera que consigamos gerações futuras mais saudáveis e mais empoderadas de conhecimento sobre alimentação, saúde e bem estar. Cuide de você !

segunda-feira, 14 de março de 2016

Saúde e alimentação da Mulher!




     Todos sabem que a alimentação é um fator essencial para a saúde e bem estar. Para isso, vários fatores devem ser considerados na hora da elaboração do cardápio para atingir uma alimentação adequada: peso, altura, sexo, idade, o nível de atividade física, e claro, presença de doenças. No mês das mulheres, trataremos de um fator em específico: o sexo feminino.



     Apesar dos alimentos possuírem a mesma propriedade para todos os indivíduos, alguns benefícios podem beneficiar necessidades nutricionais especificas, em especial as mulheres.   Na adolescência, além do crescimento acelerado, as mulheres enfrentam mudanças que refletem no seu estado nutricional, como a menstruação. A fase adulta já apresenta outras mudanças, como na gravidez e na amamentação que aumentam as necessidades, e caso não haja atenção na alimentação, surgem riscos de carência de determinados nutrientes, como ferro, ácido fólico e cálcio.

    Além disso, por questões estéticas, as mulheres acabam buscando por dietas muito restritivas a fim de emagrecer.  Caso não haja um acompanhamento profissional nessa escolha, vários riscos de carências nutricionais podem estar associados.

     Sendo assim, para a busca de uma vida saudável, as mulheres devem se atentar não somente as carências nutricionais, mas a prevenção de doenças comumente ligadas a elas, como problemas cardiovasculares, alguns tipos de câncer, osteoporose e também as mudanças ocasionadas pela menopausa.

Mas como fazer isso? O equilíbrio é a resposta! Evite consumir alimentos com excesso de gordura saturada (frituras, produtos industrializados, carnes com camada espessa de gordura, sorvete, chocolate ao leite). Prefira sempre os alimentos na sua forma mais natural possível. E não se esqueça dos nutrientes de comum deficiência em mulheres, aqui vão algumas dicas para consumi-los de forma correta:

Ferro

Se atentem ao consumo de alimentos ricos em ferro, principalmente de origem animal, pois estes são melhor absorvido pelo nosso organismo. Ele pode ser encontrado nas carnes e nos produtos à base de carne, lembrando de sempre preferir os cortes magros. Porém, existem fontes vegetais, que também possuem outros nutrientes importantes como a fibra, são eles as hortaliças verdes escura, feijão branco, e amendoins. Aqui vai uma dica pra aumentar a absorção do ferro quando consumido em fontes vegetais: consuma também alimentos ricos em vitamina C, como as frutas cítricas.

Ácido fólico

Esse nutriente é essencial para um adequado desenvolvimento do tubo neural do feto, e por isso, todas as mulheres em idade fértil devem se atentar ao seu consumo. Ele é encontrado em uma ampla variedade de alimentos como as vísceras e os vegetais verdes escuros.


Cálcio

Esse nutriente é de extrema importância em várias fases da vida da mulher. Ele contribui para a mineralização óssea. Portanto, é necessário atentar ao seu consumo adequado nas fases de crescimento e desenvolvimento e também nos períodos pré e pós-menopausa. No período da menopausa, ocorrem várias mudanças hormonais que levam a uma perda óssea e, portanto, há um risco acrescido de osteoporose.  Esse nutriente é encontrado nos laticínios (leite, queijo, iogurtes) e hortaliças verdes.





Diante disso, é de extrema importância que as mulheres promovam boas praticas alimentares, seguindo uma alimentação variada, equilibrada e segura nos diferentes períodos de sua vida, para que tenha uma vida plena e para que gere outras vidas também.

O CASA deseja a todas as  mulheres uma vida cheia de saúde e felicidades.